Mais turistas, de mais origens e com mais dinheiro (assim será o turismo em Portugal em 2037)

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Entre as justificações está o aumento de turistas, nomeadamente por crescer a população, e o aumento da classe média em países do Oriente, como a China e a Índia.

A Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa (EHTL) apresentou esta tarde um relatório que antevê as oportunidades e os perigos para o setor, referente aos próximos 20 anos e, a conclusão é que o “turismo em Portugal tem um futuro risonho”.

O relatório chama-se “Futurismo: O Petróleo Nacional, Turismo em Portugal em 2037”, e este trabalho surge porque “Portugal precisa urgentemente de pensamento a longo prazo”, segundo os nove autores, citados pela agência de notícias Lusa. 

Os nove formam o grupo MESA37, e concluem que num cenário futuro, a ascensão do Oriente, o aumento e envelhecimento da população, mais preocupações ambientais e energéticas, o crescimento do clima de insegurança e mudanças nas instituições, traduzem-se num “futuro risonho” para o turismo.

“Será uma atividade ainda mais importante para a economia portuguesa nos próximos 20 anos, se não cometermos muitos erros e se não tivermos grande azares”, lê-se. O estudo prevê que nos próximos 20 anos “mais turistas, de mais origens, que ficam mais tempo e despendem mais dinheiro”. Esta conclusões podem ditar que haverá maior riqueza para o país, “mais impostos, mais postos de trabalho, maior aproveitamento dos recursos e das regiões e ainda maior qualidade de vida para os residentes”.

Mas o que pode correr mal? O documento responde com as hipóteses de terrorismo, cataclismos naturais, incêndios, alterações climáticas, instabilidade política e opções políticas erráticas, conflitos sociais e má gestão do território “com perda de identidade e qualidade ambiental”.